Arquitetura autoral ganha espaço na Bahia com projetos que valorizam identidade e estilo de vida

  • 17/04/2026

Arquitetura autoral ganha espaço na Bahia com projetos que valorizam identidade e estilo de vida

A busca por moradias que reflitam identidade e estilo de vida tem impulsionado um novo movimento na arquitetura baiana. Em um cenário antes marcado por soluções padronizadas, cresce a valorização de projetos autorais, que colocam o morador no centro do processo criativo.

A chamada arquitetura autoral vem se consolidando como tendência no estado, com propostas que priorizam funcionalidade, estética e, principalmente, a individualidade de quem ocupa o espaço. Mais do que seguir padrões, a ideia é criar ambientes que dialoguem com a rotina, os hábitos e a história de cada cliente.

Nesse contexto, escritórios baianos têm ganhado destaque ao apostar em projetos personalizados. É o caso da AMA Arquitetura e Interiores, comandada pelas arquitetas Adriana, Mércia e Ananda Sales, que desenvolvem trabalhos com foco na escuta e na construção de espaços com identidade própria.

A proposta vai além da estética. Envolve compreender o dia a dia dos moradores e traduzir essas demandas em soluções que acompanham diferentes fases da vida. O resultado são projetos que evitam tendências passageiras e apostam na durabilidade do design.

Segundo a arquiteta Ananda Sales, esse movimento reflete uma mudança no comportamento do público.

“Hoje, as pessoas não querem apenas morar bem, elas querem se reconhecer nos espaços onde vivem. Aqui no escritório, buscamos entender bem cada cliente para criar ambientes personalizados para cada família. Assim, criamos ambientes que contam histórias, fazem sentido no dia a dia e permanecem atuais com o passar do tempo. Esse olhar individualizado é, sem dúvida, o futuro da nossa área”, afirma.

O crescimento desse tipo de projeto também acompanha um consumidor mais atento, que valoriza qualidade, propósito e longevidade nas escolhas. Nesse cenário, a arquitetura passa a assumir um papel mais estratégico, deixando de ser apenas construção para se tornar expressão de identidade.

Na Bahia, esse movimento ganha força e reposiciona o mercado, abrindo espaço para uma arquitetura mais sensível, autoral e conectada com a vida real de quem habita esses espaços.

Redação Coisas da Dina
Fonte: Assessoria de Imprensa Estevão Terceiro 
Foto: Divulgação


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